domingo, 4 de agosto de 2013
Review: X-O Manowar #2 - Afunda-Pirata!
Rocines Neto
10:53
Arturo Lozzi
,
Bloodshot
,
Cary Nord
,
Duane Swierczynski
,
Harbinger
,
Joshua Dysart
,
Khari Evans
,
Manuel Garcia
,
Robert Venditti
,
Valiant
,
X-O Manowar
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| Capa principal por Jelena-Kevic Djurdjevic |
E cá estou eu, caros leitores, voltando pra falar novamente da revista X-O Manowar da Valiant Entertainmente e da HQM Editora, se você não leu o review da primeira edição, clique no link mágico e veja como foi a estréia do Universo Valiant no Brasil.
Essa edição é uma continuação das histórias de X-O Manowar e Harbinger com a adição de Bloodshot, um soldado modificado geneticamente pra ser o assassino perfeito.
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| Capa variante de Mico Suayan |
Na primeira história, temos Aric, o visigodo mal-encarado, agora portador da armadura sagrada de Shanhara, conseguindo sua vingança contra A Vinha, a raça alienígena que raptou seu povo. Nessa edição vemos o quão incrível Shanhara é, tanto no poder destrutivo, quanto no poder curativo (a capa dessa edição e a mão cortada de Aric na anterior dão uma dica do que ela é capaz de fazer).
Depois de chutar umas bundas, e perder muitos companheiros, Aric se vê obrigado a voltar para a Terra para procurar sua amada Deidre. Mirando Roma como seu alvo principal, o Manowar aterrissa no Coliseu e acaba se encontrando numa Roma um pouco diferente do que esperava. Pra quem achou as edições anteriores meio paradas, agora temos um banho de sci-fi com alienígenas destroçados, Aric destruindo tanques e outras máquinas alienígenas, tudo com o bom roteiro de Robert Venditti e a ótima arte de Cary Nord.
A seguir temos Harbinger, começando com um flashback de Toyo Harada, o líder da Fundação Harbinger, visitando Bombaim, Índia, na busca de um bebê sinistro, chamado de Darpan. O que me chamou atenção nesse flashback foi a arte de Lewis LaRosa, que mistura um tom meio dark com um realismo lindo (mais bonito ainda no couché).
Depois retomamos o plot da edição passada, em que o Senhor Tull, um homem que já aparenta não ter sequer emoções de tantas vezes que teve sua memória apagada por Peter mais uma vez o cerca em sua casa de refúgio em Pittsburgh. Sem saída e pressionado por Toyo Harada, o jovem psiônico dá uma verdadeira demonstração de poderes destruindo quase tudo ao seu redor.

Convencido por Toyo a aprender a usar seus poderes, Peter tem que abandonar seu amigo Joe e desfazer o maior erro de sua vida, libertar Kris. Edição cheia de ação e destruição também, ao contrário da primeira onde conhecemos o dom de Peter Stanchek, a seguir veremos como será a vida de Peter na Fundação de Toyo.
Continuando, temos a estréia tão aguardada de Bloodshot, um soldado geneticamente perfeito, treinado para matar qualquer um que se opor a PEA - Projeto Espíritos Ascendentes. Vale ressaltar que esse por enquanto será o título mais sangrento do título, onde veremos muito sangue voando e órgãos destroçados. Na primeira página temos uma explicação do que as nanitas que correm pelo corpo de Bloodshot são capazes de fazer. Ao longo da edição, o personagem Bloodshot vai se mostrando cada vez mais confuso em relação as suas lembranças passadas, muitas informações misturadas, genialmente desenhadas por Arturo Lozzi.

Como as outras edições, essa foi focada na demonstração de poderes dos personagens, fazendo jus a premissa do personagem, vemos Bloodshot se curando totalmente de qualquer ferimento, força e resistência sobre-humanas e até mimetismo por algum tempo. Grande estréia do personagem que ainda contou com uma psiônica misteriosa. Manuel Garcia ditou muito bem a parte sanguinária da revista, bem como Duane Swierczynski entregou um bom roteiro.

A qualidade da revista foi ligeiramente melhor que a anterior, sendo mais dinâmica e contendo mais ação, uma outra novidade que a revista trouxe foi uma seção de cartas, que podem ser enviadas para este e-mail. Muita gente se questionou se o papel utilizado na revista tinha mudado com o preço, mas continua o belíssimo couché. No final como sempre, também temos a belíssima galeria de capas com todas as capas das edições contidas na revista, e o destaque novamente continua com Bloodshot.
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| (esq para dir) Capas de Arturo Lozzi, Mico Suayan, David Aja e Esad Ribic |
Nota geral: 9
X-O Manowar #3 - O caminho para Roma
Roteiro: Robert Venditti
Arte: Cary Nord
Arte-Finalista: Stefano Gaudiano
Cores: Moose Baumann
Harbinger #2 - O Despertar do Ômega - Parte 2
Roteiro: Joshua Dysart
Arte: Khari Evans e Lewis LaRosa
Cores: Ian Hannin
Bloodshot #1 - Afunda-Pirata!
Roteiro: Duane Sweirczynski
Desenhistas: Manuel Garcia e Arturo Lozzi
Arte-finalista: Stefano Gaudiano
Cores: Ian Hannin
Nova revista mensal
88 páginas
Formato americano
R$ 8,90
Roteiro: Robert Venditti
Arte: Cary Nord
Arte-Finalista: Stefano Gaudiano
Cores: Moose Baumann
Harbinger #2 - O Despertar do Ômega - Parte 2
Roteiro: Joshua Dysart
Arte: Khari Evans e Lewis LaRosa
Cores: Ian Hannin
Bloodshot #1 - Afunda-Pirata!
Roteiro: Duane Sweirczynski
Desenhistas: Manuel Garcia e Arturo Lozzi
Arte-finalista: Stefano Gaudiano
Cores: Ian Hannin
Nova revista mensal
88 páginas
Formato americano
R$ 8,90
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