terça-feira, 2 de abril de 2013
Kick-Ass
Everton
07:28
Big Daddy
,
Damon McCready
,
Dave Lizewski
,
Hit-Girl
,
Icon
,
John Romita Jr
,
Kick-Ass
,
Mark Millar
,
Marvel
,
Mindy McCready
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:
Dave Lizewski um garoto normal, com uma vida até então normal
e com um sonho que todos nós amantes de quadrinhos temos em comum: se tornar um
super-herói. Salvar vidas, combater criminosos, vestir uma fantasia de modo que
mantenha uma identidade secreta para proteger pessoas próximas, itens
fundamentais que estão presentes na vida de todo herói, o diferencial: ter super poder.
Falando em quadrinhos isso é uma questão fácil de
resolver, um acidente com raios gama ou até mesmo uma picada de uma aranha
radioativa, mas falando do mundo real, até hoje é improvável a existência de pessoas
especiais de tal maneira que possam ser chamadas de “super” pelo fato de fazer
algo extraordinário. Voltando para o mundo dos quadrinhos temos Batman e Homem de Ferro como exemplo de “poderosos sem poderes”.
Esse é o maior questionamento do garoto Lizewski:
porque ninguém até hoje tentou ser um super-herói? – Na história protagonizada
pelo rapaz, ele tenta provar que a atitude é que torna alguém especial, mas
também é necessário ter a consciência de que no mundo real nós não podemos
alterar o roteiro se algo der errado, nossa vida está em jogo. Na pele de Kick-Ass, Dave tenta cumprir com seu
sonho na luta contra o crime, ao lado de Hit-Girl (Mindy McCready), Big Daddy (Damon McCready – nome revelado
no filme – pai de Hit-Girl) e vários outros “poderosos sem poderes”.
O quadrinho foi lançado em 2010 no Brasil em formato
de encadernado de luxo da Panini, na
mesma época em que o filme homônimo estreou nos cinemas mundiais. A edição
americana foi publicada pela Icon (Marvel)
em 2008 e é composta por 8 edições. O filme tem algumas poucas diferenças
com a HQ, mas não deixa que a história perca o foco e nem que os personagens tenham personalidades diferentes.
Essas são as capas originais americanas:
Com roteiro de Mark Millar e desenhos de John Romita
Jr, Kick-Ass tem uma história um
pouco exagerada beirando o realismo. Quando digo exagerada quero me referir a
uma garota de 10 anos (Hit-Girl) capaz
de acabar sozinha com vários inimigos armados até os dentes. A arte não é das
mais reais e nem das melhores, mas não faz com que a edição seja menos
interessante.
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| (clique nas imagens para ver com melhor resolução) |
Avaliação:
Roteiro: 9,5
Arte: 7,5
Total: 8,5
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