sexta-feira, 12 de abril de 2013

Esquadrão Suicida #1 [New 52]

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Usar supervilões presos para formar uma equipe que tem como objetivo cumprir missões de alto risco, tendo como recompensa uma amenização de suas sentenças. Essa é a proposta do governo dos EUA que dá início ao Esquadrão Suicida dos Novos 52.

Mais conhecidos como Task Force X (Força Tarefa X), o time é comandado por Amanda Waller entra em campo para missões consideradas extremamente perigosas e controversas, missões essas que são tão perigosas que altas taxas de perdas são esperadas, justificando o nome de Esquadrão Suicida. A atual formação da equipe é composta por Pistoleiro, Harley Quinn, El Diablo, Rei Tubarão, Voltaico e Aranha Negra e, para assegurar que eles cumpram as ordens de Waller, foram implantados um pequeno aparelho explosivo em seus pescoços, bombas que podem ser detonadas a qualquer momento.

Inicialmente eram 37 “candidatos” concorrendo à vaga na equipe, sendo que os mesmos não sabiam da existência do tal esquadrão, eles apenas foram contratados por Amanda Waller para uma suposta missão recebendo em troca benefícios do governo como, por exemplo, considerações especiais durante suas sentenças. O grupo foi sequestrado durante uma missão e submetido a fortes testes psicológicos e sessões de tortura, chegando ao teste final para saber o quanto eles sabiam sobre Amanda, sendo o silêncio a resposta certa.

A primeira missão oficial da Força Tarefa é explodir um estádio inteiro com sessenta mil pessoas dentro. O governo tem o seu motivo para tal ação e tem seus recursos para negar qualquer envolvimento, alegando que eles não são responsáveis, colocando a culpa em um supervilão aleatório.

O autor, Adam Glass, criou uma história é bem envolvente, explora bem as características psicológicas de cada personagem, permitindo que ações do grupo sejam tomadas com base nas capacidades de cada um. A arte é obra de Federico Dallocchio, Ransom Getty e Scott Hanna que fizeram um ótimo trabalho, os desenhos estão muito bons, a caracterização dos personagens está bem fiel ao estilo padrão de cada, realmente muito bom. Confesso que comecei a ler apenas por causa da minha paixão com a Harley Quinn, mas vi que essa é realmente uma série legal, vale a pena comprar, ainda mais pelo fato de que essa é uma revista em que vilões são os personagens principais, isso deixa a história mais interessante (já que vilões ≠ anti-herói).

No Brasil a edição é publicada pela Panini junto com as edições das Aves de Rapina.

Avaliação:
Roteiro: 8
Arte: 10
Total: 9

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